Tinha da vida uma ideia inteiramente falsa. Dava demasiada importância ao que é excepcional: o entusiasmo, a exaltação, a embriaguez. O que na vida humana ocupa a quase totalidade do espaço são as tarefas quotidianas e monótonas, são as horas de espera, as horas em que não acontece nada. O homem normal é aquele que sabe vegetar.
in "O Meu Suicídio" (1925), & etc, 1993.(tradução de Rui Caeiro)
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2 comentários:
... como um urso.
Encarar a vida no seu todo: estar, sentir, agir, em plenitude com o mundo. A vida é cada e todos os momentos.
Sejamos ursos!
Aqui estou eu...
O Rufia tem que ser o último (antes do Master).
Agora estou numa de estar e sentir. Agir só depois de comer uma truta :)
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